Às vezes nossa vida é inspiração para novas idéias, às vezes o papel é só o que precisamos para seguir vivendo. Um pequeno poeminha desiludido para alguém que me atormentou... e que realmente não teve porquê.
Fiquei te esperando, e você não apareceu pela milésima vez
Foda-se à mim
Foda-se à você
Foda-se a minha
vontade de te ver
Foda-se aquela fogueira
que eu contruí com você
Meu amor, foda-se
o meu amor por você.
por Frederico de M. Alt
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
sexta-feira, 20 de abril de 2012
Meu dedo
Poesia não é muito comigo não...
Dedo ruim
De um escritor
Desvirtuado
Dedo sujo
De um vício
Em mim Inato
Ora pois,
A semântica distorcida
Não se passa de uma ferida
Tenha vida,
(Frederico M. Alt)
Meu dedo
Do meu doutor
Foi constatado
Do meu doutor
Foi constatado
Que eu havia o mal
Do dedo errado
Do dedo errado
Dedo ruim
De um escritor
Desvirtuado
Dedo sujo
De um vício
Em mim Inato
Ora pois,
eu disse
A semântica distorcida
Não se passa de uma ferida
Tenha vida,
pedra e brita
Pois tudo se cura
Tomando birita
Pois tudo se cura
Tomando birita
(Frederico M. Alt)
Moça do Supermercado
Esse é um poema dedicado há uma moça que eu encontrei no supermercado, num dia de muita inspiração...
Uma cantiga moderna...
Não foi por acaso que
Entre Túlios e entulhos
Eu te encontrei
Sentada ali bonequinha
Seu doirado era tanto
Que queimava a retina
Ó sucata de minha cantiga
Não sou merecedor
De tal marmita
Mas antes de partir, Rainha
Quero dizer que te amo
Deusa da brilhantina
(Frederico M. Alt)
Uma cantiga moderna...
Moça do Supermercado
Ó moça do supermercado
O vestido prástico prateado
Tu vestes bem
O vestido prástico prateado
Tu vestes bem
Não foi por acaso que
Entre Túlios e entulhos
Eu te encontrei
Sentada ali bonequinha
Seu doirado era tanto
Que queimava a retina
Ó sucata de minha cantiga
Não sou merecedor
De tal marmita
Mas antes de partir, Rainha
Quero dizer que te amo
Deusa da brilhantina
(Frederico M. Alt)
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